Web site design: Nike Better World
A contínua evolução no design de sites web …
The continuous evolution of web-site design. Check this out:
http://www.nikebetterworld.com/product
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Uma cativante história de magia com realidade aumentada.
Marco Tempest spins a beautiful story of what magic is, how it entertains us and how it highlights our humanity — all while working extraordinary illusions with his hands and an augmented reality machine.
How great ideas can be so simple …
After re-purposing CAPTCHA so each human-typed response helps digitize books, Luis von Ahn wondered how else to use small contributions by many on the Internet for greater good. At TEDxCMU, he shares how his ambitious new project, Duolingo, will help millions learn a new language while translating the Web quickly and accurately — all for free.
Afinal talvez não seja mau incentivar as crianças et al. a continuarem a gastar todo o tempo possível com Playstation e quejados.
Recentemente, a configuração exacta de uma enzima associada ao vírus da SIDA, um problema sem solução há mais de 15 anos, foi resolvido em apenas 10 dias por … jogadores.
De acordo com o artigo, o que estava em causa era encontrar a estrutura exacta de uma enzima responsável pela propagação e desenvolvimento do vírus. Acontece que existem literalmente milhares de possibilidades de combinação e conseguir encontrar a forma correcta é equivalente a montar um mega-Lego em 3D.
Os cientistas utilizam algorítmos informáticos para tentar várias combinações na esperança de chegarem a uma solução aproximada. No entanto, o melhor que os computadores conseguem é testar inúmeras opções em sequência. O problema deste método é que quanto maior fôr o número de possibilidades, mais difícil é acertar no jackpot.
É aqui que entra o cérebro humano. As nossas capacidades de resolução de problemas, adaptabilidade, associação e raciocínio espacial superam largamente as capacidades de qualquer computador. Por isso a Universidade de Washington criou o site Foldit em 2008. Aqui, qualquer pessoa pode tentar a sua sorte na arte de “dobrar” proteínas. E fazê-lo como se estivesse a jogar … um jogo.
Durante um concurso de 3 semanas, o desafio lançado à comunidade foi o de resolver a estrutura proteíca da enzima Mason-Pfizer. E em apenas 10 dias, consegue-se o primeiro grande sucesso.
É uma história simples de tecnologia, colaboração e esperança para alegrar tempos mais sombrios. Esperemos que hajam mais destas …
Think your children are wasting too much time playing video games? Think again
A 15 year old protein puzzle that had eluded AIDS scientist was solved in 10 days by … gamers. How important is this? Well according to Nature:
“The refined structure provides new insights for the design of antiretroviral drugs.”
This was made possible by the site Foldit, launched in 2008 by the University of Washington. It aims to harness the capabilities of the human brain everywhere in order to solve protein folding problems. The problems are presented as if it were a game, meaning that anyone can take a shot at it.
Found this story truly an amazing example of putting technology to good use. Hope they’ll have more of these in the future.
Read the full article here.
Career analyst Dan Pink examines the puzzle of motivation, starting with a fact that social scientists know but most managers don’t: Traditional rewards aren’t always as effective as we think. Listen for illuminating stories — and maybe, a way forward.
The original comes from Brazil, for an english version check here!
Site de origem: vidadeprogramador.com.br
What if every light bulb in the world could also transmit data? At TEDGlobal, Harald Haas demonstrates, for the first time, a device that could do exactly that. By flickering the light from a single LED, a change too quick for the human eye to detect, he can transmit far more data than a cellular tower — and do it in a way that’s more efficient, secure and widespread.
Kevin Slavin argues that we’re living in a world designed for — and increasingly controlled by — algorithms. In this riveting talk from TEDGlobal, he shows how these complex computer programs determine: espionage tactics, stock prices, movie scripts, and architecture. And he warns that we are writing code we can’t understand, with implications we can’t control.
Um guia inicial e esclarecido para aprendermos a ser felizes com o que temos. Vale a pena ver (legendas em português):
A guide for happiness … why do we live constantly pressured by the things that we don’t have and how that led us to where we are now. Truly worth seeing:
A esposa, muito dedicada, pergunta ao marido:
– Olha, queres que te prepare o pequeno-almoço e to traga aqui?
– Não, obrigado. O Viagra tirou-me o apetite.
Chega a hora do almoço, e a mulher pergunta:
– Queres que te faça alguma coisa especial para o almoço?
– Não, acho que não vou comer nada. O Viagra tirou-me o apetite.
À noite, a mulher torna a perguntar:
– O que queres para o jantar?
– Ah, não te preocupes. Estou sem apetite. Acho que foi do Viagra. Acho que não quero jantar.
– Olha! Então ao menos faz uma pausa e sai de cima de mim que eu estou a morrer à fome!
A woman stands in front of the mirror, naked.
She says to her husband: “I’m fat, wrinkled, and ugly. It’s so depressing. Please say something to make me feel better.”
He replies: “Your eyesight is perfect!”
O dono de um circo colocou um anúncio procurando um domador de leão.
Apareceram 2 pessoas: um senhor de boa aparência, aposentado, beirando 70 anos, e uma loura espetacular de 25 anos.
O dono do circo fala com os 2 candidatos e diz:
– Eu vou directo ao assunto. O meu leão é extremamente feroz e matou os meus dois últimos domadores.Ou vocês são realmente bons, ou não vão durar 1 minuto!
Aqui está o equipamento – banquinho, chicote e pistola. Quem quer entrar primeiro?
Diz a loura:
- Vou eu! Ela ignora o banquinho, o chicote e a pistola e entra rapidamente na jaula.
O leão ruge e começa a correr na direcção da loura. Quando falta um metro para ser alcançada, a loura abre o vestido e fica toda nua, mostrando todo o esplendor do seu corpo.
O leão pára como se tivesse sido fulminado por um raio! Ele deita-se na frente da loura e começa a lamber-lhe os pés!
Pouco a pouco, vai subindo e lambe o corpo inteiro da loura durante longos minutos!
O dono do circo, com o queixo caído até ao chão diz:
– Eu nunca vi nada assim na minha vida!
Vira-se para o velhinho e pergunta:
– Você consegue fazer a mesma coisa?
E o velhinho responde:
– Claro! É só tirar de lá o leão…
MIT researcher Deb Roy wanted to understand how his infant son learned language — so he wired up his house with videocameras to catch every moment (with exceptions) of his son’s life, then parsed 90,000 hours of home video to watch “gaaaa” slowly turn into “water.” Astonishing, data-rich research with deep implications for how we learn.
Sem comentários … parece que o enxame de gafanhotos está previsto para amanhã …
Artigo:
http://ecosfera.publico.pt/noticia.aspx?id=1477893
Um filme:
Ok, uma confidência pessoal … não é o tipo de coisa que eu tradicionalmente publique no blog, mas por esta vez passa.
Graças aos papás, peguei no meu primeiro computador por volta dos 8 anos. No tempo que se seguiu, entre as várias “fantasias” com que sonhava (e eram várias
) uma era recorrente e vinha directamente dos filmes de ficção científica:
Um dia, eu iria escrever qualquer coisa no teclado do computador e o computador … iria responder de volta. Não de forma mecânica ou pseudo-aleatória. Mas frases completas, contextualizadas e inteligentes.
Este sonho também tinha um corolário óbvio, é que seria eu a escrever o programa capaz de tal proeza … Ah!!!
Claro que entretanto aprendi o suficiente para saber que não vale a pena sonhar com tal coisa tão cedo (provavelmente não será no meu tempo de vida, mesmo que este se alongue), e que quando aparecer, também não serei seguramente eu quem o vai inventar … mas … de vez em quando, vale sempre a pena estimular a imaginação a se mais nada dar uma nova passagem pelas histórias do professor Asimov (alguém que não só pensou nisto como pensou muito nisto, e com anos de avanço)
Outro que não só pensou nisto como podia legítimamente sonhar em escrever o tal programa foi Alan Turing … com relativa pouca discussão, será considerado pela maioria como o “pai” da Inteligência Artificial (IA).
Entre os seus muitos e preciosos legados, o teste de Turing é um dos mais famosos. Basicamente, imaginem o seguinte: estão no “Messenger” em amena cavaqueira com duas pessoas, só que uma delas … é um computador. Se ao fim de algum tempo a “dar à tramela” (agradeço à minha querida mulherzinha por abrir o meu conhecimento a estas expressões obscuras), não conseguirem distinguir entre quem era humano e quem era máquina … então seremos forçados a admitir que a máquina possui “inteligência”.
Graças ao prof. Turing et al. parecia que o “sonho” iría ser atingido num instante, mas, como acontece tantas e tantas vezes nos projectos de informática, ao longo dos anos seguintes percebeu-se que afinal … pois … bom … enfim …
A IBM tem muitos defeitos como empresa … e um dos principais de que é acusada (especialmente por quem lá trabalhou e trabalha) é a incapacidade de aproveitar decentemente todo seu potencial e valor.
Mas foi e ainda é verdadeiramente uma empresa de “engenheiros”. Daqueles com bigodes, camisas aos quadrados, gravatas a “não-condizer” e canetas penduradas nos bolsos (na realidade exagero porque nos velhos tempos toda a gente era obrigada a usar camisa branca, caso contrário alguém acabaria por perguntar: “desculpe … está de férias?”). Malta meio estranha mas que consegue numa tarde de trabalho inventar com toda a naturalidade coisas que podem influenciar as vidas de quase toda a gente durante décadas. E não estou a exagerar … aconteceu, e já foram algumas vezes.
Entre as várias coisas giras que a IBM ainda vai fazendo está o patrocínio forte de projectos de investigação pura. Ou seja, coisas que na maior parte dos casos serão apenas valentes sugadoros de dinheiro … mas faz-se porque sim e mesmo que não dê em nada a curto-médio prazo, sempre se aprende qualquer coisa.
Em 1996, a IBM apresentou o Deep Blue, um super-computador que na segunda tentativa em 1997 conseguiu a proeza de derrotar o campeão do mundo de xadrez Garry Kasparov. Com alguma polémica, porque como mau perdedor que não podia deixar de ser, Kasparov nunca aceitou realmente o resultado.
Embora impressionante, o Deep Blue assentava essencialmente num método de “força bruta”, algo para o qual os computadores são particularmente dotados.
O desafio com jogos com o xadrez é que a cada passo as possibilidades de jogadas crescem exponencialmente e rapidamente ultrapassam aquilo que qualquer super-computador seria capaz de calcular num tempo de vida útil. Portanto, o algoritmo tem que ceder a dado ponto e é essa margem de erro que justifica que a vitória do Deep Blue, para além de polémica, não tenha sido folgada.
Quase 15 anos depois do Deep Blue, temos o Watson. E o Watson é constituído por 90 servidores IBM Power 750 Express e um total de 16 TB de RAM. Cada servidor possui um processador de 3.5 GHz POWER7, 8 cores, 4 threads por core. Tão impressionante que é bem capaz de levar quase uns bons 5 a 10 anos até podermos usar uma coisa parecida como telemóvel … para jogar Tetris.
Mas o Watson não joga xadrez … o Watson responde a perguntas (Aha!). E não são perguntas quaisquer, são perguntas que contêm duplos sentidos, associações e referências não explícitas. Ou seja, o tipo de coisa feita à medida de um “humano”.
O jogo chama-se “Jeopardy”, um concurso veterano e famosíssimo nos Estados Unidos que se baseia precisamente neste tipo de perguntas.
O Watson jogou contra dois dos maiores campeões “humanos” de sempre e … ganhou. Mas desta vez não foi por pouco … foi por muito.
De notar o seguinte … colocar o Watson contra humanos foi a parte “marketing” da coisa. Naturalmente que os engenheiros que conceberam o Watson já sabiam há muitos meses que ele iria ganhar. Afinal, o Watson tinha milhares de perguntas à disposição para “treinar”.
Também é de notar que apesar de todo o seu poderio o Watson não faz reconhecimento de voz (confesso que esta parte desiludiu-me bastante) … na verdade o Watson não ouve. As perguntas estão preparadas à partida e são submetidas ao computador (em texto) algures enquanto o apresentador as está a ler. No entanto, o processamento é real e em vários casos o Watson não consegue nenhuma resposta que lhe dê um grau de confiança suficiente para carregar no botão. Naturalmente que sempre que o Watson carrega no botão, é geralmente muito mais rápido a fazê-lo que qualquer dos seus adversários humanos.
Mas independentemente disto tudo, a verdade é que pela primeira vez um computador consegue a proeza de interpretar “linguagem natural”. E também é importante de notar que o Watson realmente aprende … de entre os diferentes algoritmos à sua disposição, através da prática, o Watson identifica padrões e para cada padrão determina qual o algoritmo que lhe dá maiores chances de acertar.
Para mais informações ver este artigo (em inglês).
O vídeo abaixo mostra o Watson “em acção”:
Mais um exemplo engraçado da “nova economia”. O site Business Insider demonstra como o leitor de livros electrónicos Kindle serve de plataforma para que pessoas “normais” possam publicar o seu trabalho dispensando outros intermediários.
No exemplo apresentado uma rapariga de 26 anos, que escreve histórias sobre vampiros (que original
) poderá estar a ganhar milhões de dólares ao publicar o seu trabalho na loja on-line Kindle store. Os textos custam entre 1 a 3 dólares cada, sendo que 70% deste valor reverte a favor do autor. E aparentemente ela tem estado a vender cerca de 100 000 por mês!
Agora a parte engraçada é que ela consegue isto tudo dispensando por completo o apoio de uma editora tradicional. Na realidade, mesmo sem nenhuma publicidade ou promoção, ela estará a vender mais que autores consagrados.
Nada disto é novo, há actualmente muita gente comum a fazer dinheiro com jogos (alguns bem parvos) para o iPod e iPad da Apple, mas não deixa de ser interessante e demonsta como neste mundo novo, quem procurar sucesso financeiro basta seguir a equação:
globalização + economias de escala + bocadinho de sorte = €€€
O artigo completo (com tradução automática) está disponível aqui.
This is an interesting article from Business Insider that shows how devices like Kindle are enabling “regular” people to directly publish their written work.
In the example given, a 26 year old girl, who writes stories about vampires (how original
) may be making herself millions by publishing her work on Kindle store. The stories sell for something between $1 to $3 a piece, out of which, 70% revert to the author. And apparently she’s been selling around 100 000 of them every month!
But the most interesting twist about it is that she accomplishes all this and completely bypasses tradicional publishing and editing companies, which become redudant in this equation. In fact, she may be selling more than many consagrated and backed authors.
Of course that none of this is new, but it’s interesting and shows that in this brave new world, there’s a sure equation for financial success:
globalization + scale economy + bit of luck = lots of instant money
Read the full article here.
Um tipo está a jogar ténis e leva uma bolada forte nos países baixos, causando um “trauma muscular peniano”. Em agonia, dirige-se ao médico:
- Doutor, veja o que é que pode fazer por mim… Vou casar no final da semana; a minha noiva é virgem e não posso decepcioná-la.
- Não se preocupe, vou tratar de si de maneira que esteja tudo em ordem para o dia do seu casamento.
Então pega 4 pauzinhos que habitualmente são usados para examinar a garganta dos pacientes e, com fita adesiva, consegue prendê-los ao redor da gaita.
O tipo não conta nada à noiva, casam-se, e na noite de núpcias, já na privacidade do quarto, a noiva fogosa arranca os botões da blusa e mostra-lhe os peitos exclamando:
- És o primeiro! Nunca nenhum homem tocou estes seios!
Para não ficar atrás, o noivo abre a braguilha, baixa as calças e exclama:
- Olha, estás a ver? Ainda está encaixotado!
Ia uma Freira a caminho do Convento quando uma loira lhe oferece boleia.
A Freira entra no carro e começa a reparar no seu luxuoso interior:
- Mas que belo carro a Senhora tem! Deve ter trabalhado muito arduamente para o conseguir comprar.
- Olhe Irmã, por acaso não foi bem assim. Foi um industrial com quem dormi durante uns tempos que me ofereceu.
Entretanto, a Freira olha para o banco de trás onde estava pousado um casaco de vison e exclama:
- Oh! O seu casaco de peles é lindo! Deve ter custado uma fortuna.
- Não me custou muito pois bastou-me passar umas quantas noites com um futebolista.
Após ouvir isto, a Freira manteve-se calada durante o resto da viagem.
Ao chegar ao Convento foi para os seus aposentos tomar um revigorante banho.
Estava a Freira na banheira quando ouve alguém a bater à porta do seu quarto.
- Quem é?
- É o Padre António.
…
- Vai à merda, mais os teus rebuçadinhos de mentol…
Quando eu era CHAVALO, a minha mãe mandava-me à mercearia com apenas 5
ESCUDOS.
E eu voltava com 3 kg de batatas, 1 pão de mafra, 2 litros de leite,
1/2 kg de queijo, 1 caixa de chá, fruta variada e 1 dúzia de ovos.
Hoje em dia já não se pode fazer isso…
Encheram a mercearia com câmaras de vigilância!
Um casal comemora o 60º aniversário de casamento com um jantar num pequeno restaurante no campo.
O marido inclina-se e pergunta à esposa:
- Meu amor, lembras-te da nossa primeira vez há sessenta anos atrás? Nós fomos para a parte de trás do restaurante, tu apoiáste-te na vedação e …
- Lembro-me muito bem – respondeu ela
- Que achas de repetirmos agora, em homenagem aos velhos tempos?
- Oh! És um depravado … mas parece uma boa idéia … !
Um homem sentado na mesa ao lado ouve a conversa e pensa:
- Não posso perder isso! Tenho que ver os velhos a fazerem sexo na vedação … !”
Eles saem e caminham lentamente até lá, apoiando-se um ao outro, ajudados por bengalas.
Chegam à vedação, a velhota ergue a saia, tira as cuecas, o velhote baixa as calças. Ela agarra-se na cerca e começam a fazer sexo. De repente explodem no sexo mais furioso que o homem já tinha visto na vida. Repetem dezenas de vezes. Ela grita, ele agarra os quadris dela furiosamente. O sexo mais atlético possível e imaginável.
Finalmente, caem exaustos no chão e, depois de mais de meia hora deitados para recuperar, levantam-se, apanham as roupas espalhadas e vestem-se.
O homem, ainda perplexo, toma coragem, aproxima-se do casal e pergunta:
- Vocês devem ter tido uma vida fantástica! Como conseguem? Qual é o segredo dessa performance ideal?
O velhinho, com os cabelos assanhados e cara de estar noutro mundo, responde:
- Sei lá … a única coisa que sei é que há 60 anos esta vedação não era electrificada!!!
Tan Le’s astonishing new computer interface reads its user’s brainwaves, making it possible to control virtual objects, and even physical electronics, with mere thoughts (and a little concentration). She demos the headset, and talks about its far-reaching applications.
Sheena Iyengar studies how we make choices — and how we feel about the choices we make. At TEDGlobal, she talks about both trivial choices (Coke v. Pepsi) and profound ones, and shares her groundbreaking research that has uncovered some surprising attitudes about our decisions.
Seth Berkley explains how smart advances in vaccine design, production and distribution are bringing us closer than ever to eliminating a host of global threats — from AIDS to malaria to flu pandemics.
Minority Report science adviser and inventor John Underkoffler demos g-speak — the real-life version of the film’s eye-popping, tai chi-meets-cyberspace computer interface. Is this how tomorrow’s computers will be controlled?
Um elefante vê uma cobra pela primeira vez. Muito intrigado pergunta:
- Como é que fazes para te deslocar? Não tens patas!…
- É muito simples – responde a cobra – rastejo, o que me permite avançar.
- Ah… E como é que fazes para te reproduzires? Não tens tomates!…
- É muito simples – responde a cobra já irritada – ponho ovos.
- Ah… E como é que fazes para comer? Não tens mãos nem tromba para levar a comida à boca!…
- Não preciso! Abro a boca assim, bem aberta, e com a minha enorme garganta engulo a minha presa directamente.
- Ah… Ok! Ok! Então, resumindo… rastejas, não tens tomates e só tens garganta… És Chefe de quem?!
Por falar em coisas que vale a pena lembrar …
Mário Crespo, Henrique Medina Carreira e João Duque debatem economia nacional com o professor Silva Lopes (SIC – Plano Inclinado – Fev. 2010):
Há coisas que merecem ser reproduzidas … e lembradas:

Imaginem que todos os gestores públicos das setenta e sete empresas do Estado decidiam voluntariamente baixar os seus vencimentos e prémios em dez por cento. Imaginem que decidiam fazer isso independentemente dos resultados. Se os resultados fossem bons as reduções contribuíam para a produtividade. Se fossem maus ajudavam em muito na recuperação.
Imaginem que os gestores públicos optavam por carros dez por cento mais baratos e que reduziam as suas dotações de combustível em dez por cento.
Imaginem que as suas despesas de representação diminuíam dez por cento também. Que retiravam dez por cento ao que debitam regularmente nos cartões de crédito das empresas. Imaginem ainda que os carros pagos pelo Estado para funções do Estado tinham ESTADO escrito na porta. Imaginem que só eram usados em funções do Estado.
Imaginem que dispensavam dez por cento dos assessores e consultores e passavam a utilizar a prata da casa para o serviço público. Imaginem que gastavam dez por cento menos em pacotes de rescisão para quem trabalha e não se quer reformar. Imaginem que os gestores públicos do passado, que são os pensionistas milionários do presente, se inspiravam nisto e aceitavam uma redução de dez por cento nas suas pensões. Em todas as suas pensões. Eles acumulam várias. Não era nada de muito dramático. Ainda ficavam, todos, muito acima dos mil contos por mês.
Imaginem que o faziam, por ética ou por vergonha. Imaginem que o faziam por consciência. Imaginem o efeito que isto teria no défice das contas públicas. Imaginem os postos de trabalho que se mantinham e os que se criavam. Imaginem os lugares a aumentar nas faculdades, nas escolas, nas creches e nos lares. Imaginem este dinheiro a ser usado em tribunais para reduzir dez por cento o tempo de espera por uma sentença. Ou no posto de saúde para esperarmos menos dez por cento do tempo por uma consulta ou por uma operação às cataratas.
Imaginem remédios dez por cento mais baratos.
Imaginem dentistas incluídos no serviço nacional de saúde. Imaginem a segurança que os municípios podiam comprar com esses dinheiros. Imaginem uma Polícia dez por cento mais bem paga, dez por cento mais bem equipada e mais motivada. Imaginem as pensões que se podiam actualizar. Imaginem todo esse dinheiro bem gerido. Imaginem IRC, IRS e IVA a descerem dez por cento também e a economia a soltar-se à velocidade de mais dez por cento em fábricas, lojas, ateliers, teatros, cinemas, estúdios, cafés, restaurantes e jardins.
Imaginem que o inédito acto de gestão de Fernando Pinto, da TAP, de baixar dez por cento as remunerações do seu Conselho de Administração nesta altura de crise na TAP, no país e no Mundo é seguido pelas outras setenta e sete empresas públicas em Portugal. Imaginem que a histórica decisão de Fernando Pinto de reduzir em dez por cento os prémios de gestão, independentemente dos resultados serem bons ou maus, é seguida pelas outras empresas públicas.
Imaginem que é seguida por aquelas que distribuem prémios quando dão prejuízo.
Imaginem que país podíamos ser se o fizéssemos.
Imaginem que país seremos se não o fizermos.
Jake Shimabukuro performing a cover of Queen’s “Bohemian Rhapsody” live at Anthology in San Diego – November 19, 2009 … and apparently he reprised it at the TED conference in February 10th, 2010 (that’s how I caught it).
Worth listening to ![]()